Ontem num banco de jardim sonhei acordada, suspirei, entristeci, escrevi, senti saudades, fantasiei, acalmei, alegrei e por fim levantei-me, voltei lentamente à realidade e fui-me embora.
Estava um sol maravilhoso...um sol que tocava na minha cara ao de leve e me levava para longe de Mora, do Alentejo, de Portugal, deste planeta.
Ali fiquei sozinha a sentir o tempo passar por mim devagar, devagarinho.
Ali fiquei eu desejando ter uma máquina de escrever e ser daqueles escritores que conseguem escrever o que lhes vem na alma, sem preconceitos, tabús ou segredos.
Mas não sou...escrevi um pouco é verdade...mas uma mistura do que me vem na alma com a realidade.
Vai ser rasgado e deitado para o lixo.
É muito crú e não é para ser lido. Às vezes o que nos vem na alma não é muito colorido ou ético.
Já uma vez te disse...não deites essas coisas fora. Guarda-as pq um dia mais tarde podem fazer sentido...
ResponderEliminarSubscrevo a tua irmã....
ResponderEliminarAcreditem, que estas não podia guardar...
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